quinta-feira, 15 de março de 2007

"Todas as coisas do mundo"


"Não adianta te dar
Todas as coisas do mundo
Se até mesmo juntos
Você não percebe
Você nem me vê

Se eu te desse uma estrela
Você me diria
Obrigado apenas por ser meu amigo
Não me esquecer

E os meus olhos brilhando, brilhando
De ternura, queimando, queimando
É uma pena, é pouco demais
Pra você dar valor

Eu te quero mas você não sente
Tão distante, tão indiferente
Fiz tudo e você
Não entende meu amor

Somos nós
Como o Sol e a Lua
A noite e o dia
Distantes demais
Dessa nossa paixão

Você não me ama
Não é culpa sua
Fui eu que não soube
Achar o caminho
Do seu coração..."

Cantor: Leonardo

Hoje senti vontade de postar a letra da música Todas as coisas do mundo. Por vezes não entendemos como as coisas acontecem em nossa vida. Nos perdemos em caminhos tortuosos, arriscamos a sorte e nosso coração sem averiguar se vale a pena. Culpamos o outro por coisas que imaginávamos verdadeiras e certas para nós e nem percebemos que somos capazes de errar, assim como nosso semelhante. Quando ofertamos Todas as coisas do mundo corremos o risco de receber Todas as coisas do mundo como: o amor, os defeitos, a responsabilidade, a dor, a liberdade, o preconceito, o respeito, o ciúme. Não são apenas as coisas materiais mas também as sentimentais. Devemos aceitar o outro como ele é. Aceitar o que podemos dar e o que podemos receber, mesmo que não sejam Todas as coisas do mundo.

Por Bruxinhachellot.



sexta-feira, 9 de março de 2007

Mitologia - Mesopotâmica

"A Mesopotâmia compreendia o extremo sul da planície que se estende entre os rios Tigres e Eufrates, que atualmente é chamado de Iraque. Os primeiros assentamentos se deram por volta de 4500 anos antes de Cristo, nas proximidades do Golfo Pérsico. Seus habitantes foram os Sumérios, um povo conhecido por sua criatividade. A complexa religião e mitologia da antiga Mesopotâmia foi uma invenção sumeriana.
Até a conquista de Alexandre, o Grande, rei da Macedônia, no século 4 a.C., a tendência religiosa era a evolução de deidades como Marduk, deus babilônico e Assur, deus assírio da guerra, considerados potências supremas do universo.
Os Zigurats eram imensos montículos artificiais de tijolos secados ao sol onde ficavam os templos dedicados aos deuses.
A épica babilônica acreditava que os homens foram criados para aliviar a carga de trabalho dos deuses. Enlil, deus sumério do ar, não podendo suportar o barulho da cidade onde estava erguido seu templo, fez surgir o dilúvio. O sábio Atrahasis e sua família foram os únicos sobreviventes.
A máxima autoridade do panteão era Am (sumério) ou Anú (babilônico), cujo nome significa "céu". Para os Sumérios a vida surgiu da união de Am (o céu) e Ki (a terra).
Enlil, deus de Nuppur era a deidade mais importante das cidades. Havia a crença de que o crescimento das cidades era consequência de um presente de Enlil: a enxada, instrumento utilizado na agricultura intensiva."
"A Assembléia dos Deuses era a autoridade máxima do universo mesopotâmico e se reunia em um canto da antecâmara de Enlil, em Nippur. Enlil costumava executar as decisões da assembléia mediante uma tempestade. Os deuses receberam ameaças de Tiamat, o dragão babilônico do caos o que culminou a escolha do deus Marduk como governante absoluto. Essa vitória concedeu liderança da Mesopotâmia à cidade da Babilônia."

Por Bruxinhachellot.